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Nano - Influenciadores é tendência para 2020

Atualizado: Jan 31

Influenciadores seguem sendo destaque no mundo digital



Se você conseguiu algum sinal de wifi na última década, já deve estar por dentro da enorme força dos chamados influenciadores. Em outros tempos era comum identificar essa categoria como: formadores de opinião, curadores, consultores etc. Diferente dos tradicionais meios como TV, rádio e veículos impressos de grande circulação, o influenciador digital interage com sua audiência de forma direta. Eles são uma espécie de hub-social, linkando milhares de pessoas e marcas em sua rede. São os reis da produção de conteúdo em diferentes tipos de canais, conseguem alcançar, encantar e influenciar o comportamento de centenas de pessoas.



Nano Influenciadores, o ano de 2020 é deles!

Por que os Nano Influenciadores estão ganhando espaço e se tornaram tendência neste ano? Primeiro vamos falar da categoria mais comum: Macro Influenciadores. Aquele grupo com mais de 1 milhão de seguidores que em pouco tempo conseguem fazer uma informação repercutir rapidamente por seu estado, país ou pelo mundo. Muito comum no meio das celebridades, seja na TV, na política, no esporte, na música etc. As habilidades deste grupo se chamam: “alcance” e “ressonância”, por isso, se você for criar uma campanha com intuito de atingir todos os estados brasileiros, os macro influenciadores vão te ajudar muito!



O filme Tudo Por um Pop Star, distribuído pela Downtown Filmes em 2018 é um bom exemplo. Nossa equipe de marketing digital esteve junto com a DTfilmes na Netoland, casa dos irmãos Neto, para criar estratégias de divulgação do filme com Felipe Neto um dos maiores youtubers do mundo. O filme, uma comédia para o público adolescente, era recheado de macro influenciadores, como Maísa e Felipe Neto.

Mas vamos voltar e dar atenção aos Nano Influenciadores. Eles não possuem contas bombadas, pelo contrário, muitas vezes possuem menos de 10 mil seguidores, porém, por terem interesses em assuntos específicos atraem uma audiência igualmente focada em sua área de interesse. Com um target específico, suas taxas de engajamento são altíssimas e por serem fiéis ao contexto que habitam, conseguem reforçar o valor das marcas criando parcerias de grande sinergia. A maior habilidade deste grupo se chama: “relevância”.

“Transparência e um real engajamento. Pessoas reais se conectam com histórias reais!”

Para as marcas, a transparência e o real engajamento valem ouro e os nano – influenciadores levam vantagem por serem: confiáveis, mais baratos e não afetarem a marca de forma geral em caso de polêmicas.

Já ouviu falar no Zopilote Fla? O personagem criado pelo artista João Ramalho é o alter ego do torcedor fanático pelo seu time de coração, o Flamengo. O cômico personagem está virando febre entre muitos torcedores do time que não perdem seus dois principais produtos: Leitura Zopilal e o ZopiVlog. Atualmente, João divide sua vida profissional entre shows pelo Brasil com sua duo banda JPG e as criações sagazes para o Zopilote Fla.

Além de ser prata da casa aqui na Yuzú, agência do Zopilote, ele é um ótimo exemplo de Nano Influenciador. Mesmo tendo uma grande audiência em seu canal no Youtube, local que investe mais tempo criando a Leitura Zopilal e ZopiVlog, o personagem tem um foco claro: futebol e sua paixão pelo Flamengo. Com seu bom humor e criatividade, Zopilote consegue prender a atenção de seu público no Youtube com uma média impressionante de 8 minutos de retenção além de interagir constantemente com sua audiência mantendo sua relevância na rede. Por conta disso, algumas marcas já observaram seu potencial e criam parcerias voltadas ao mercado no qual ele está inserido.

“Quem nunca passou algum tempo no YouTube, Instagram ou Facebook vendo alguém fazendo o teste de algum produto, seja ele beleza ou tecnologia, por exemplo? Ou ainda, quem nunca passou horas na internet pesquisando a opinião de pessoas influentes sobre determinados itens que deseja comprar?”

O que muita gente não sabe é que essa “atenção” que damos às coisas é estudo antigo: O economista Herbert Simon (1916-2001) foi o primeiro a descrever o fenômeno da Economia da Atenção, ainda sem esse nome, na década de 1970: "A riqueza de informação cria pobreza de atenção, e com ela a necessidade de alocar a atenção de maneira eficiente em meio à abundância de fontes de informação disponíveis". A gente acha isso muito 2020 e você? Pra engrossar esse caldo, pega a visão do Georg Franck, outro economista que escreveu em 1999: “Se a atenção que presto aos outros é valorizada, então um sistema de contabilidade é acionado, isso contribui para o mercado financeiro das ações sociais.”


Separamos dois links para vocês de plataformas de marketing de influenciadores que nós curtimos:


bit.ly/2RAEDY4

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