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O que é Deepfake?

Atualizado: Mar 10

Inteligência artificial é usada para criar vídeos falsos






“Uma imagem valia mais que mil palavras” até aparecerem os deepfakes. Deepfakes são vídeos criados a partir de inteligência artificial onde o rosto de determinada pessoa é colocado em outro corpo, reproduzindo uma situação que não aconteceu de fato. O nome vem da junção de duas expressões em inglês: “deep learning” (aprendizado profundo) e “fake” (falso).

A técnica que permite fazer as montagens de vídeo já gerou desde conteúdos pornográficos com celebridades até discursos fakes de políticos influentes ficou famosa no ano de 2017 quando um usuário do Reddit começou a postar vídeos pornográficos com atrizes famosas. Vídeos não pornográficos feitos por deepfakes podem facilmente ser encontramos na internet. Políticos, atrizes famosas e até o Tio Zuc já foi afetado pelo deepfake. O novo formato de vídeo além de tirar o sono de muitos famosos colocou a galera da pesquisa para encontrar formas de identificá-lo. O negócio é tão preocupante que, agora, em janeiro de 2020 o Facebook anunciou que vai começar a banir vídeos com deepfake da sua plataforma.



Está cada vez mais difícil diferenciar o que é real ou não.

Segundo pesquisas, em menos de um ano, a quantidade de deepfakes rodando pela internet duplicou. Qual tecnologia está por trás de um deepfake? Para que montagens como essa sejam feitas, é necessário que um software seja alimentado com diversas fotos e vídeos de uma pessoa – tarefa que não é nada complicada, considerando a quantidade de informações que existem disponíveis online. Todos esses dados são processados e, assim, a máquina aprende características como as feições de um rosto ou a forma como ele se movimenta. O programa acaba sendo simultaneamente treinado com dados originais e falsos, até que encontre um ponto de intersecção onde possa unir os dois rostos, recebendo informações de uma pessoa e processando como se fosse outra.

E agora? Como identificar? É, de fato, um enorme D-E-S-A-F-I-O mas especialistas são unânimes em afirmar que existes alguns traços humanos que esse tipo de inteligência artificial não consegue imitar. Piscadas de olhos, movimentos forçados ou bruscos e principalmente checar se a fala está coordenada com o movimento da boca são alguns dos pontos diferem quando comparados aos movimentos humanos.


Enquanto não descobrem mecanismo para proteger/banir esse tipo de falsificação precisamos reformar aquela máxima de CUIDADO ao compartilhar conteúdos. Cheque sempre a veracidade e a fonte da informação.

Encontramos um aplicativo chamado Doublicat que consegue substituir rostos em GIFs. Os resultados são bem legais, principalmente em GIFs com poucos movimentos. Basta uma selfie para funcionar. Vale lembrar que o objetivo do app é DIVERSÃO!






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